Cinebiografias são excelentes formas de apresentar a trajetória de pessoas notáveis ao grande público. Algumas dessas obras se destacam não apenas pela relevância da história que contam, mas também pela qualidade de suas produções. Confira alguns exemplos imperdíveis:
Rocketman (2019)
A fascinante transformação de Reginald Dwight (Taron Egerton), um jovem tímido, no extravagante Elton John, ícone da música pop, é retratada neste musical vibrante. A narrativa aborda sua infância marcada pelo distanciamento do pai, sua relação com o letrista e parceiro Bernie Taupin (Jamie Bell), e os conflitos com o empresário e ex-amante John Reid (Richard Madden). Tudo isso embalado por releituras de suas músicas mais emblemáticas.
O Menino que Descobriu o Vento (2019)
Baseado em uma história real, o filme acompanha William Kamkwamba, um garoto autodidata de Malawi que enfrenta a crise de seu país, assolado por chuvas intensas seguidas por uma seca devastadora. Sem apoio do governo, a fome e a miséria se espalham, atingindo inclusive sua própria família. Diante desse cenário desolador, William encontra uma solução engenhosa para salvar sua comunidade.
Bohemian Rhapsody (2018)
A trajetória da lendária banda Queen é contada a partir da vida de Freddie Mercury (Rami Malek), ao lado de Brian May (Gwilym Lee), Roger Taylor (Ben Hardy) e John Deacon (Joseph Mazzello). O filme mostra como o grupo revolucionou o cenário musical nos anos 1970, ao mesmo tempo que expõe os desafios pessoais e excessos enfrentados por Mercury no auge da fama.
Você já assistiu a algum desses filmes? Embora alguns tenham sido alvo de críticas, todos oferecem visões instigantes e acessíveis sobre as vidas de figuras extraordinárias. Vale a pena colocá-los na sua lista!
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21 de abril de 2025. Um dia que entra para a história como o fim do papado de Francisco. Providencialmente, sua morte ocorreu na Segunda-feira da Oitava da Páscoa, justamente no dia em que o Evangelho nos diz: “Alegrai-vos! Não tenhais medo.” (Mt 28, 9-10). O seu ministério foi marcado por essa alegria que brota do encontro pessoal com Jesus, uma alegria que desconhece o temor, que expulsa todo medo e dá lugar à esperança que vem do Senhor.
O sorriso foi seu principal aliado. Francisco nunca se viu como a pessoa certa para assumir o papado, o que expressou em seu lema: “Com misericórdia, o escolheu.” Ele ficará eternamente marcado na história como aquele que abençoou o mundo em uma Praça São Pedro completamente vazia, durante a pandemia de Coronavírus. Um gesto que se tornou testemunho da esperança cristã, que não esmorece mesmo em meio às incertezas e solidão.
Francisco assumiu após a histórica renúncia de seu predecessor, o Papa Bento XVI, em um momento sem precedentes na história recente da Igreja: um Papa em exercício sucedendo outro ainda vivo. E quão marcante foi o momento em que, diante do caixão do Papa Emérito, permaneceu em silêncio e oração. Mais do que uma cena de respeito, esse ato foi símbolo da continuidade que sustenta a Igreja. Não aquela que nasce da burocracia, mas sim da certeza de que a graça não se interrompe com a morte, e de que o Espírito Santo continua a guiar a Igreja.
Preferia gestos a decretos, encontros a discursos, ações a palavras. Escolheu morar em um dormitório simples, em vez dos apartamentos pontifícios; carregava sua própria pasta e fazia ligações para conversar com quem precisava. Buscou sempre evangelizar com o exemplo. Ajoelhou-se e lavou os pés de muitos, pois “aquele que quiser ser o primeiro dentre vós, seja o vosso servo” (Mt 20, 26).
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O cantor estadunidense Benson Boone, famoso pela sua música viral “Beautiful Things”, que alcançou o topo das paradas mundiais recentemente chamou ninguém mais ninguém menos do que Sir Brian May para uma participação surpresa em seu show no festival Coachella. O resultado? Ninguém o reconheceu.
Benson começou a cantar “Bohemian Rhapsody”, do Queen, no palco e, em meio ao solo, o guitarrista da formação original da banda, Brian May, surgiu em uma plataforma elevada. Seria o ápice da apresentação, não fosse pelo total desconhecimento do público de quem era a figura colocada em destaque pelo artista no palco.
Apenas para começar, ele é simplesmente o guitarrista de uma das maiores bandas da história da música mundial, com uma enorme lista de hits na Billboard e milhões de discos vendidos em uma época onde a música era um produto vendável e o sucesso de uma banda dependia de inúmeros fatores e, entre eles, o principal era a qualidade.
Hoje, amontoam-se sucessos, hists, grandes letristas e artistas que aparecem na segunda e somem na sexta-feira. Todos sem a metade da contribuição para a cultura que Brian May trouxe para a música com o seu solo lendário em uma das músicas mais marcantes da história que ecoa até hoje na cultura popular.
Mas, atônitos, ainda desconhecemos muitos desses que fizeram história e deixamos que caiam no ostracismo aqueles que desbravaram ritmos, criaram história e se tornaram lendas. Alguns ainda têm o reconhecimento que merecem. Outros, são relegados ao esquecimento. Quem viveu, viveu. E a quem não viveu, resta ouvir essas obras e dizer: perdão por muitos de nós não sabermos quem são vocês.
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The Ranch é uma daquelas séries que carrega um humor bastante típico norte-americano e que acompanha a rotina do rancho dos Bennetts, uma família completamente pirada composta por um casal em vias de se separar e dois filhos que são totalmente sem noção.
Colt é um jogador de futebol americano frustrado que tem que voltar para a casa paterna e acaba tendo que aprender a ser um bom cowboy e dono de rancho junto da família, assim como precisa gerenciar uma série de perrengues amorosos com as mulheres que fazem parte da sua vida. Já Galo é um alcoólico e mulherengo que acaba se metendo em muita confusão por não saber fazer boas escolhas.
Enquanto o pai fazendeiro e a mãe, que é dona de um bar local, na cidade de Garrison, Colorado, se separam oficialmente, depois de viverem distantes por longos anos e precisam aprender a tocar as suas vidas sozinhos sem a presença do outro.
The Ranch tem 4 temporadas com episódios de poucos minutos que prendem o espectador por uma história engraçada e bastante envolvente e vários ganchos que fazem com que a história não esfrie. Enquanto outras sitcons possuem diversas temporadas, a produção que tem Ashton Kutcher como estrela principal tem apenas 4 e termina perder a qualidade. Essa é uma ótima pedida para quem deseja maratonar algo leve nesse final de semana na Netflix.
A série Adolescência, da Netflix, é o mais recente sucesso do streaming. Não é para menos, já que a série aborda temas relevantes de uma forma visceral e bastante profunda. O seu enredo faz uma mistura de gêneros: é em parte policial, em parte um drama familiar.
Na série, a vida da família Miller muda drasticamente quando Jamie (Owen Cooper), de 13 anos, é preso sob a acusação de assassinar sua colega de escola, Katie. Enquanto isso, os seus pais precisam lidar com a suspeita de que aquela criança que eles criaram com tanto amor e carinho desde o dia do seu nascimento pode ter se tornado um assassino.
E ao longo de toda a série nos questionamos: porquê? Talvez as situações de bullying, as teorias da conspiração ou alguma situação com os seus amigos? Quem sabe algo com a família, como abuso ou violência…
Mas aos poucos vamos descobrindo que, na verdade, eles eram uma família aparentemente normal, com pais amorosos que, em algum momento, “tiraram o olho da bola”. E assim lamenta o pai, ao descobrir a verdade.
O terceiro episódio, para mim é o mais marcante, sem dúvida. Nele, em meio a uma conversa com a psicóloga Briony Ariston (Erin Doherty), a realidade se desvela e o espectador pode ver aquilo que estava escondido o tempo todo.
Apesar de responder a muitas questões, a série deixa algumas pontas soltas para fazer o espectador pensar, como: “o que aconteceu depois?”, “onde está a arma do crime?” e até outras reflexões mais profundas como “será que eu realmente sou um bom pai/mãe?”. Adolescência está disponível na Netflix.
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Cultura
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