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COLUNISTAS

Filme Irmãos de Honra, na Max

21/03/2025 09h30 | Atualizada em 21/03/2025 08h33 | Por: Vinícius de Carvalho

Irmãos de Honra é um filme de guerra que rapidamente chamou a atenção e isso não se dá somente pelo seu elenco repleto de estrelas. O filme conta uma história real de coragem, sacrifício e amizade durante a Guerra da Coreia.

A produção é inspirada no livro Devotion: An Epic Story of Heroism, Friendship, and Sacrifice, de Adam Makos, Irmãos de Honra conta a história de Brown, o primeiro piloto negro a voar em combate pela Marinha dos Estados Unidos, e Hudner, um aviador que rapidamente se torna seu amigo e parceiro de luta.

Ao longo da trama, o filme mergulha na trajetória de ambos e se aprofunda na reflexão sobre o preconceito racial e as adversidades enfrentadas por Jesse Brown, o primeiro piloto negro dos Estados Unidos. Mas a sua jornada de superação se cruza com a de Tom Hudner, um aviador que se torna seu amigo e aliado.

Enquanto a tensão entre a Coreia do Norte e a Coreia do Sul atinge seu auge, Brown e Hudner são parte de um esquadrão de elite da Marinha, o VF-32, encarregado de uma missão arriscada: destruir pontes no rio Yalu, que faz fronteira entre a Coreia do Norte e a China.

A amizade entre os dois protagonistas é o coração do filme. Hudner, que inicialmente vê Brown como uma figura distante devido à segregação racial da época, logo se vê tocado pela coragem e pela dedicação de seu amigo. Juntos, eles enfrentam os perigos da guerra e a dura realidade de serem diferentes em um contexto social que muitas vezes os separava.

Além de Jonathan Majors e Glen Powell, o elenco de Irmãos de Honra conta com grandes nomes como Christina Jackson, que interpreta Daisy Brown, esposa de Jesse Brown, e Thomas Sadoski, como o comandante do esquadrão, Dick Cevoli.

Joe Jonas, conhecido por sua carreira na música, também marca presença no filme, interpretando Marty Goode, e ainda contribui com a música Not Alone para a trilha sonora, em colaboração com o cantor Khalid. O filme está disponível no streaming Max.

 

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Filme de Peaky Blinders não irá terminar a franquia

14/03/2025 10h30 | Atualizada em 14/03/2025 08h58 | Por: Vinícius de Carvalho

O filme de Peaky Blinders, planejado desde o final da série, em 2022, não irá encerrar a história da franquia. O criador Steven Knight confirmou que o filme apenas concluirá uma parte dessa história.

Em entrevista concedida à BBC o autor ressaltou que deseja desenvolver mais histórias do universo e que ainda há mais coisas para acontecer. “Essa parte da história chegará ao fim, e ainda não posso dizer muita coisa, mas digo que o universo de ‘Peaky’ vai continuar”.

Peaky Blinders narra a saga da família Shelby na Inglaterra do século XX, uma notória gangue que ganhou fama por sua prática de costurar lâminas de barbear nas abas de suas boinas.

Sob a liderança de Tommy Shelby, interpretado por Cillian Murphy, a gangue rapidamente conquista a cidade de Birmingham, eliminando todos os obstáculos em seu caminho rumo ao poder.

Além de Cillian Murphy, devemos ter os retornos de: Sophie Rundle (Ada Shelby), Ned Dennehy (Charlie Strong), Packy Lee (Johnny Dogs) e Ian Peck (Curly). O roteiro ficou a cargo de Steven Knight, criador da série. Já a direção ficou Tom Harper (Agente Stone) que já conhecia de perto Peaky Blinders, tendo dirigido a segunda metade da 1ª temporada.

Ainda não há data de estreia para o filme de Peaky Blinders. Enquanto isso, as seis temporadas da série estão disponíveis na Netflix para você maratonar.

 

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Christopher Nolan e a sua Odisseia

06/03/2025 16h00 | Atualizada em 06/03/2025 15h54 | Por: Vinícius de Carvalho

Conhecido por dirigir filmes como Batman, Interestelar, Tenet e o ganhador do Oscar, Oppenheimer, o diretor Christopher Nolan vai comandar uma nova adaptação da Odisseia, um dos pilares da literatura mundial. O filme ganhou, inclusive, sua primeira imagem oficial. Nela é possível ver o ator Matt Damon caracterizado como seu personagem, Odisseu, pronto para a batalha.

A obra será uma adaptação de A Odisseia, clássico da literatura mundial escrito por Homero, e acompanha a jornada de Odisseu e o seu retorno para a sua casa, na ilha de Ítaca após 10 anos lutando a Guerra de Troia, que até hoje é considerada uma das maiores e melhores obras da literatura em todo o mundo.

O roteiro é assinado pelo próprio Nolan, que também trabalha como produtor. A obra vai manter a longa parceria entre ele e sua esposa, Emma Thomas, que também vai atuar como uma produtora sob o selo Syncopy, fundado em 1998 e envolvido em vários projetos do diretor.

Além de Matt Daemon, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Robert Pattinson, Charlize Theron, Anne Hathaway, Lupita Nyong’o, entre outros. A estreia de Odisseia está prevista para julho do ano que vem.

 

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O Cavaleiro dos Sete Reinos promete ampliar mundo de Game of Thrones

27/02/2025 18h30 | Atualizada em 27/02/2025 16h55 | Por: Vinícius de Carvalho

O universo de Game of Thrones está prestes a se expandir mais uma vez. Depois do sucesso de A Casa do Dragão, a HBO prepara mais um lançamento: O Cavaleiro dos Sete Reinos, que se passa entre os eventos das duas séries.

A produção é baseada no livro homônimo escrito por Martin e acompanha Sor Duncun, o Alto, um cavaleiro jovem e ingênuo, mas corajoso, e o seu fiel escudeiro, Egg, dois heróis improváveis que vagam por Westeros esbarrando em aventuras e perigos.

Ela é ambientada em uma época em que a linhagem Targaryen ainda se mantém no Trono de Ferro, mas já não conta com dragões, apesar de eles ainda existirem na memória das pessoas. Além disso, há ainda a ferida aberta da rebelião Blackfyre, que colocou Targaryen contra Targaryen em uma luta sangrenta pelo domínio dos Sete Reinos.

Mas, apesar de cavaleiro, Dunk, como é chamado, não pertence a uma casa grande ou rica, por isso precisa viajar pelos reinos competindo em torneios para ganhar o pão de cada dia, o que acaba fazendo com que participem de eventos históricos e grandes aventuras.

A série O Cavaleiro dos Sete Reinos traz uma narrativa e uma perspectiva da vida no continente bastante diferente daquela apresentada em GOT e HOTD, já que não foca principalmente em alguma família nobre e acompanha muito da vida do povo simples de Westeros.

Um ponto positivo é que alguns personagens conhecidos podem aparecer na história, já que a série é  mais próxima da história da rebelião de Robert e da ascensão de Daenerys Targaryen do que A Casa do Dragão. A série ainda não tem um trailer oficial, muito menos uma data de estreia marcada, mas acredita-se que deva ser lançada entre junho a setembro deste ano.

 

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Holocausto brasileiro: a história do hospital colônia

20/02/2025 19h30 | Atualizada em 20/02/2025 18h57 | Por: Vinícius de Carvalho

Utilizar a palavra holocausto é polêmico, mas nesse caso não há outra forma de explicar o ocorrido em Barbacena, Minas Gerais. Fundado em 1903 para acolher tuberculosos que buscavam os bons ares da região, a instituição se tornou hospital psiquiátrico e acolheu inúmeros indivíduos.

O local, junto com outros seis, fazia parte de um grupo de instituições psiquiátricas fundadas na região que recebeu a alcunha de "cidade dos loucos".

Durante décadas recebeu pacientes que alegadamente possuíam distúrbios mentais. As pessoas chegavam em trens, ficavam em situações insalubres e ainda por cima não tinham o mínimo necessário para a subsistência.

Além disso, técnicas antigas e nada ortodoxas de tratamento como eletrochoque e duchas escocesas sem nenhuma razão aparente. Estima-se que 70% dos internos do Hospital Colônia não possuíam diagnóstico de transtorno psicológico algum.

No ano de 1979 o psiquiatra italiano Franco Basaglia teve a oportunidade de adentrar as instalações e, depois de comprovar a forma como os pacientes eram tratados, comparou o local a um campo de concentração nazista.

Mesmo com toda a exposição que a fala do profissional trouxe e a repercussão da realidade do lugar, o seu fechamento só ocorreria anos mais tarde, na década de 1980.

Cerca de 60.000 pessoas morreram ali até o encerramento das atividades. Entre os mortos, aproximadamente 1.800 pacientes tiveram os seus corpos vendidos para faculdades de medicina.

A história dessa instituição pode ser conhecida em profundidade através do livro da jornalista Daniela Arbex intitulado Holocausto Brasileiro. Para quem tem pressa, pode assistir o documentário 'Holocausto brasileiro: a história do hospital colônia", atualmente disponível na Netflix.

 

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