Conhecido por dirigir filmes como Batman, Interestelar, Tenet e o ganhador do Oscar, Oppenheimer, o diretor Christopher Nolan vai comandar uma nova adaptação da Odisseia, um dos pilares da literatura mundial. O filme ganhou, inclusive, sua primeira imagem oficial. Nela é possível ver o ator Matt Damon caracterizado como seu personagem, Odisseu, pronto para a batalha.
A obra será uma adaptação de A Odisseia, clássico da literatura mundial escrito por Homero, e acompanha a jornada de Odisseu e o seu retorno para a sua casa, na ilha de Ítaca após 10 anos lutando a Guerra de Troia, que até hoje é considerada uma das maiores e melhores obras da literatura em todo o mundo.
O roteiro é assinado pelo próprio Nolan, que também trabalha como produtor. A obra vai manter a longa parceria entre ele e sua esposa, Emma Thomas, que também vai atuar como uma produtora sob o selo Syncopy, fundado em 1998 e envolvido em vários projetos do diretor.
Além de Matt Daemon, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Robert Pattinson, Charlize Theron, Anne Hathaway, Lupita Nyong’o, entre outros. A estreia de Odisseia está prevista para julho do ano que vem.
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O universo de Game of Thrones está prestes a se expandir mais uma vez. Depois do sucesso de A Casa do Dragão, a HBO prepara mais um lançamento: O Cavaleiro dos Sete Reinos, que se passa entre os eventos das duas séries.
A produção é baseada no livro homônimo escrito por Martin e acompanha Sor Duncun, o Alto, um cavaleiro jovem e ingênuo, mas corajoso, e o seu fiel escudeiro, Egg, dois heróis improváveis que vagam por Westeros esbarrando em aventuras e perigos.
Ela é ambientada em uma época em que a linhagem Targaryen ainda se mantém no Trono de Ferro, mas já não conta com dragões, apesar de eles ainda existirem na memória das pessoas. Além disso, há ainda a ferida aberta da rebelião Blackfyre, que colocou Targaryen contra Targaryen em uma luta sangrenta pelo domínio dos Sete Reinos.
Mas, apesar de cavaleiro, Dunk, como é chamado, não pertence a uma casa grande ou rica, por isso precisa viajar pelos reinos competindo em torneios para ganhar o pão de cada dia, o que acaba fazendo com que participem de eventos históricos e grandes aventuras.
A série O Cavaleiro dos Sete Reinos traz uma narrativa e uma perspectiva da vida no continente bastante diferente daquela apresentada em GOT e HOTD, já que não foca principalmente em alguma família nobre e acompanha muito da vida do povo simples de Westeros.
Um ponto positivo é que alguns personagens conhecidos podem aparecer na história, já que a série é mais próxima da história da rebelião de Robert e da ascensão de Daenerys Targaryen do que A Casa do Dragão. A série ainda não tem um trailer oficial, muito menos uma data de estreia marcada, mas acredita-se que deva ser lançada entre junho a setembro deste ano.
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Utilizar a palavra holocausto é polêmico, mas nesse caso não há outra forma de explicar o ocorrido em Barbacena, Minas Gerais. Fundado em 1903 para acolher tuberculosos que buscavam os bons ares da região, a instituição se tornou hospital psiquiátrico e acolheu inúmeros indivíduos.
O local, junto com outros seis, fazia parte de um grupo de instituições psiquiátricas fundadas na região que recebeu a alcunha de "cidade dos loucos".
Durante décadas recebeu pacientes que alegadamente possuíam distúrbios mentais. As pessoas chegavam em trens, ficavam em situações insalubres e ainda por cima não tinham o mínimo necessário para a subsistência.
Além disso, técnicas antigas e nada ortodoxas de tratamento como eletrochoque e duchas escocesas sem nenhuma razão aparente. Estima-se que 70% dos internos do Hospital Colônia não possuíam diagnóstico de transtorno psicológico algum.
No ano de 1979 o psiquiatra italiano Franco Basaglia teve a oportunidade de adentrar as instalações e, depois de comprovar a forma como os pacientes eram tratados, comparou o local a um campo de concentração nazista.
Mesmo com toda a exposição que a fala do profissional trouxe e a repercussão da realidade do lugar, o seu fechamento só ocorreria anos mais tarde, na década de 1980.
Cerca de 60.000 pessoas morreram ali até o encerramento das atividades. Entre os mortos, aproximadamente 1.800 pacientes tiveram os seus corpos vendidos para faculdades de medicina.
A história dessa instituição pode ser conhecida em profundidade através do livro da jornalista Daniela Arbex intitulado Holocausto Brasileiro. Para quem tem pressa, pode assistir o documentário 'Holocausto brasileiro: a história do hospital colônia", atualmente disponível na Netflix.
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Baseado na história real de um caso que chocou o país na década de 80, o longa se passa no período do Governo Sarney, em 1988, época em que o país atravessava uma série de dificuldades financeiras e planos monetários fracassados que não conseguiam controlar a inflação e os preços dos produtos nos supermercados.
Nonato (Jorge Paz) é um homem de origem simples que busca trabalho, mas em um período de turbulência política e econômica, não consegue encontrar um emprego. Inconformado com a sua situação e, acima de tudo, com a situação de todo o Brasil, ele decide protestar contra o Governo de uma forma desesperada: sequestrar um voo com mais de 100 passageiros e explodir o Palácio do Planalto.
Além de retratar esse episódio, o filme destaca a atuação brilhante do comandante Fernando Murilo (Danilo Grangheia) que, sendo forçado a mudar a rota do voo e diante do desespero de Nonato, acaba sendo obrigado a tentar impedir o terrorista, executando manobras que nunca haviam sido realizadas com um 737, como tounneaus e parafusos para desarmá-lo.
Apesar de ter sido condecorado com a Ordem do Mérito Aeronáutico, o comandante nunca recebeu um agradecimento oficial da presidência da república pelo seu ato heroico. 13 anos depois do sequestro do Boeing 737 da Vasp, em 2001, Murilo recebeu o troféu Destaque Aeronauta do Sindicato Nacional dos Aeronautas por sua contribuição para evitar o que teria sido o maior desastre aéreo da história do Brasil.
35 anos depois do seu ato e após a sua morte, Fernando Murilo se tornou conhecido graças ao filme O Sequestro do Voo 375 que trouxe à luz a importância do seu conhecimento e controle da aeronave, resultando em um caso que marcou as páginas da história do Brasil, mas que ficaria relegado ao esquecimento não fosse pela produção que hoje pode ser assistida no Disney+.
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2024 não foi um ano de muitas novas séries, salvo principalmente por produções que voltaram para novas temporadas. Mas, ao que tudo indica, 2025 pode ser marcado pelo lançamento de novas produções que tendem a ser sucesso, ou então que possuem um grande fandom que pode trazer audiência. Entre elas:
O Cavaleiro dos Sete Reinos (HBO e Max) - Um século antes dos eventos de Game of Thrones, Westeros era palco das aventuras de dois heróis improváveis: Sor Duncan (Peter Claffey), o Alto, um jovem cavaleiro corajoso e ingênuo, e seu escudeiro Egg, ninguém menos que o futuro rei Aegon V Targaryen (Finn Bennett).
Dia Zero (Netflix) - Dia Zero é uma série limitada que mistura política, suspense e teorias da conspiração em um cenário de crise global. Estrelada por Robert De Niro e Angela Bassett, a trama explora o caos que emerge quando um ataque terrorista ao estilo do 11 de setembro ameaça a segurança mundial.
God of War (Prime Video) - Baseado no jogo homônimo, God of War acompanha o guerreiro espartano Kratos em uma importante missão. Depois de dez anos a serviço dos deuses do Olimpo, ele é instruído pela deusa da sabedoria, Atena, a encontrar a Caixa de Pandora. O objeto é o único capaz de deter Ares, o deus da guerra, que decidiu causar caos ao redor de Atenas. No passado, Kratos foi servo de Ares, mas após sofrer uma grande traição do deus, ele foi obrigado a se tornar um violento guerreiro.
Suits: L.A. (NBC) - A série é um spin-off do icônico seriado de drama jurídico Suits - Homens de Terno (2011) que acompanha uma firma de advocacia criminal e direito do entretenimento. Na série, Ted Black (Stephen Amell) passou anos em Nova York como promotor de justiça trabalhando para montar seu próprio escritório. Ele se une ao seu antigo amigo Stuart Lane (Josh McDermitt) em uma parceria de negócios para montar uma firma de advocacia radicada em Los Angeles que se especializa em casos criminais e em direito do entretenimento.
Tremembé (Prime Video) - Tremembé conta a história do presídio paulista de Tremembé II a partir do ponto de vista de infames personalidades do crime brasileiro enquanto cumprem suas penas. A série brasileira de ficção é focada na Penitenciária Doutor José Augusto César Salgado, conhecida popularmente como Tremembé e situada próximo à cidade paulista de Taubaté. Em Taubaté II já estiveram e estão os condenados por crimes de grande repercussão midiática no país. A produção de true crime é baseada nos livros “Elize Matsunaga: A mulher que esquartejou o marido” e “Suzane: assassina e manipuladora”, escritos pelo jornalista Ulisses Campbell, e acompanhará os dias de pena de famosos internos da prisão, como Suzane von Richtofen, Cristian Cravinhos, Elize Matsunaga e Roger Abdelmassih.
Blade Runner 2099 (Prime Video) - Blade Runner 2099 dá continuação a Blade Runner 2049 (2017), de Denis Villeneuve. Com produção executiva de Ridley Scott, a série se passa cinquenta anos depois dos acontecimentos do longa, no qual seres artificiais chamados replicantes foram desenvolvidos para substituir os humanos em trabalhos pesados e indesejados.
Além dessas produções, se destacam também Ironheart e Marvel Zombies, ambos no Disney+ e um possível spin-off de The Big Bang Theory também criado por Chuck Lore e que ainda não tem sinopse ou data de estreia confirmadas. O Globoplay também planeja diversas novas séries. Contudo, a falta de continuação das produções brasileiras segue como um entrave para que elas engrenem.
Uma plataforma de streaming, porém, se destaca entre as demais: a Amazon Prime possui séries de renome em seu catálogo e pretende lançar muitas novas produções neste ano. Ah, e é bom ficar de olho na Marvel, que tenta emergir de uma fase péssima e que tem novos lançamentos em 2025 que podem mudar - ou sacramentar - o atual estado do estúdio, que parece bastante complicado.
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Cultura
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