Este domingo, dia 18 de janeiro, promete um grande evento para os fãs de As Crônicas de Gelo e Fogo, de Game of Thrones e de House of The Dragon: o lançamento da série spin-off O Cavaleiro dos Sete Reinos, inspirada em contos lançados por George R.R. Martin que prometem uma narrativa brilhante e uma nova viagem pelo âmago do universo de Gelo e Fogo.
A série acompanha é baseada em uma série de histórias situadas cerca de 100 anos antes dos eventos da série principal, em um período em que a Casa Targaryen ainda governa Westeros, mas em que os dragões já não existem mais, ou seja, após a Dança dos Dragões e a série House of The Dragon e antes de Game of Thrones.
A trama acompanha Ser Duncan, o Alto, um cavaleiro errante de origem humilde, forte e guiado por um rígido senso de honra. Após a morte de seu mentor, Dunk, como é conhecido, decide seguir viajando pelo reino em busca de torneios, trabalho e reconhecimento, enfrentando os desafios de um mundo marcado por tradições rígidas e tensões políticas silenciosas.
Ao seu lado está Egg, o seu jovem escudeiro esperto e determinado, que esconde um grande segredo: na verdade, ele é Aegon Targaryen, membro da família real e futuro rei. A relação entre os dois se desenvolve como uma jornada de aprendizado mútuo, misturando companheirismo, conflitos morais e descobertas sobre identidade, poder e responsabilidade.
Diferente de outras séries da franquia, O Cavaleiro dos Sete Reinos traz uma narrativa mais intimista e humana, focando em histórias de estrada, torneios de cavaleiros e dilemas pessoais, em vez de grandes guerras e disputas por tronos. Ainda assim, a série mantém a complexidade política e social de Westeros, oferecendo uma perspectiva diferente da que já temos sobre os sete reinos e expandindo o legado do mundo criado por George R. R. Martin.
Dia 18 de janeiro iremos nos aventurar neste mundo na HBO Max.
Quem diria que uma música lançada nos idos de 1965, pela cantora de soul Nina Simone, pudesse se tornar um dos grandes hinos que embalam gerações até hoje? Quem diria que aquela canção, composta quase sem intenção, se transformaria em um poderoso símbolo de resiliência e liberdade?
Assim como cantou Nina Simone há décadas, hoje celebramos um verdadeiro e novo amanhecer. Um amanhecer diferente, que marca uma nova etapa na vida de cada um de nós.
Este dia surge como um marco rumo a uma vida renovada. Uma lufada de fôlego que reacende o fogo dos nossos dias, uma corrente grandiosa que nos impulsiona adiante, como peixes em um vasto mar, como folhas levadas pelo sopro do vento.
Somos levados pela força do tempo, mas não nos curvamos a ela. Como peixes, nadamos contra a corrente; como folhas, nos rebelamos e geramos movimento; como borboletas, somos portadores da alegria e da promessa de um novo tempo.
O ano novo começou e, com ele, somos impelidos a buscar o novo em nossas vidas: a aceitar desafios, a transformar caminhos e a encontrar sentido seja na vida pessoal, no trabalho, na cultura ou em qualquer outro aspecto da nossa existência. O ano novo é tempo de renovo, de ajustes, de recomeço, de aurora para uma vida diferente.
Espero que este novo período seja assim para você e que, assim como a cantora, possa declarar com verdade e entusiasmo: “I’m feeling good!”
Desde o dia em que ouvi, pela primeira vez, “Non, je ne regrette rien”, de Édith Piaf, no som daquele carro, jamais consegui esquecer o turbilhão de sentimentos e a dor que aquela voz me transmitia. A tradução só fui conhecer anos mais tarde…
O que me deixava perplexo não era a técnica, a qualidade vocal ou mesmo a letra em si, mas o sentimento. Aquela dor crua, aquele coração escancarado em cada frase. Tudo aquilo me preenchia a cada música. Foi então que me deixei encantar por uma cantora pobre, mas imensa em alma. Capaz de traduzir os sentimentos de milhões de corações apaixonados que ainda hoje caminham por Paris ao som de “La Vie en Rose” ou “Sous le ciel de Paris”, melodias eternizadas pelos acordeonistas que ocupam as calçadas da Ville Lumière.
Édith foi negligenciada pela própria família, deixada de lado por quem deveria protegê-la, e criada entre prostitutas sob os cuidados da avó materna. Dos cinco aos seis anos de idade, ficou parcialmente cega em decorrência de uma queratite, recuperando a visão apenas após uma peregrinação a Lisieux, onde teria pedido a intercessão de Santa Teresinha do Menino Jesus, padroeira da França, que à época sequer havia sido canonizada.
Piaf significa pardal. E o pequeno pardal francês parece nunca ter conhecido outra coisa senão a dor. Rejeitada pela família e ferida por aqueles de quem merecia amor, Edith viu sua carreira florescer, mas jamais conseguiu encontrar verdadeiro alento ou afeto duradouro. Hoje, sua obra é ignorada por muitos franceses e desconhecida por milhões de pessoas, enquanto outros a veneram como a voz que, mesmo transpassada pela dor, soube cantar o amor como poucas.
Ao contemplarmos a vida de uma mulher marcada pelo abandono e pela solidão, mas que se tornou mundialmente reconhecida como uma voz suave, intensa e profundamente humana, capaz de projetar a França no mapa da “chanson d’amour”, compreendemos que o amor verdadeiro não nos é estranho, nem depende exclusivamente de quem nos ama. O amor é vivo, perene e paciente, como escreve São Paulo, porque, no fim, “Peu m'importe, si tu m'aimes”.
Em 19 de dezembro de 2025, celebramos os 110 anos desta mulher que, com sua voz suave e cheia de sentimento, soube encher o mundo com uma canção linda e emocionante. Que possamos encontrar cada dia mais Piafs em nosso mundo e que o legado de Édith seja eterno!
Meu caro leitor, o ano de 2025 passou. Apesar de, aparentemente, tudo em nossa vida continuar exatamente igual, apesar do calendário jurar em dizer que algo mudou, talvez possamos fazer do ano que se inicia, uma oportunidade de mudança.
Pouco me importa se você encheu folhas e mais folhas com propósitos muito bem fundamentados ou se escolheu resoluções concretas para este novo período. Minha mais sincera opinião é: jogue tudo fora.
Viva 2026. Traga consigo o mais sublime sentimento que podemos ter hoje, ou em qualquer outro momento que desfrutamos: estamos vivos. Isso é o que importa. O ano que se inicia pode ser o melhor ou o pior da sua vida. Ele depende, exclusivamente, daquilo que você fará com ele.
Resoluções não importam. Superstições não funcionam. Sete ondinhas jamais salvaram um preguiçoso. A única coisa capaz de fazer o seu ano novo ser diferente de tudo o que você já viveu é a sua vontade, o seu desejo, a sua ânsia de construir um ano verdadeiramente novo.
Leia mais. Busque filmes, séries e conteúdos que engrandeçam a sua alma. Fuja do que é raso e superficial e procure águas mais profundas e desafiadoras. Sem elas, você jamais conseguirá se tornar um adulto de verdade, não importa a idade que tenha hoje.
Faça algo de que não gosta. Gaste tempo com o que é enfadonho. Leia um livro sobre um tema que você odeia. A vida é curta demais para que você se torne um ser mesquinho e hedonista, interessado apenas em se satisfazer com momentos felizes. Seja aquilo que você deve ser e faça aquilo que você deve fazer.
Se você é fã de histórias que tocam o coração, arrancam lágrimas e deixam uma marca duradoura, esta lista é para você. Reunimos alguns dos filmes mais emocionantes e comoventes, histórias que exploram o amor, a perda, a superação e os laços humanos (e até os animais) de maneira profunda e inesquecível. Prepare o lenço e confira abaixo quatro filmes que prometem mexer com suas emoções:
Um Ninho Para Dois (2021)
Após a perda trágica de sua filha, Lilly (Melissa McCarthy) e Jack (Chris O'Dowd) enfrentam o luto de maneiras distintas. Jack se interna em uma clínica de reabilitação, enquanto Lilly permanece em casa, tentando manter a rotina e cuidar do jardim que esperava ser um espaço de renovação para o casal. No entanto, ela passa a ser atormentada por um estorninho agressivo que se instala em seu quintal. Em busca de ajuda, Lilly conhece Larry (Kevin Kline), um ex-psiquiatra que agora trabalha como veterinário. A interação com o pássaro e a amizade que desenvolve com Larry levam Lilly a confrontar sua dor e a buscar um caminho para a cura.
Extraordinário (2017)
Auggie Pullman (Jacob Tremblay) é um garoto que nasceu com uma síndrome genética rara que causou uma deformidade facial. Após anos sendo educado em casa, ele enfrenta o desafio de frequentar uma escola regular pela primeira vez. Enquanto Auggie lida com o preconceito e tenta encontrar seu lugar, sua história transforma todos ao seu redor: colegas, professores e sua própria família, especialmente sua mãe (Julia Roberts) e seu pai (Owen Wilson). Um filme emocionante e inspirador sobre empatia, aceitação e a beleza das diferenças.

Cultura
Os lançamentos do cinema e do streaming, dicas de filmes, séries, livros, notícias e opinião sobre a cultura do Brasil e do mundo sob o olhar de um publicitário apaixonado por entretenimento.