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COLUNISTAS

Suplemento não faz milagre. Quem faz é você

13/05/2025 09h30 | Atualizada em 13/05/2025 06h37 | Por: Luiz Otávio

Vamos direto ao ponto: tomar creatina sem treinar direito é igual colocar gasolina premium num carro sem motor. Não vai andar. Muita gente acha que suplemento é mágica, mas a real é que nem creatina, nem whey protein, nem o multivitamínico mais caro do mundo substitui o que realmente importa: consistência, treino bem feito e alimentação de verdade.

Sim, você precisa comer bem. Treinar bem. Dormir bem. E aí, talvez, suplementar.

 

Alimentação: a base de tudo

Se o seu prato vive cheio de industrializado, açúcar, fritura e refrigerante, mas você toma whey no pós-treino achando que tá “compensando”, sinto te dizer… você só tá jogando dinheiro fora.

Alimentação é o combustível do corpo. Carboidratos certos dão energia pro treino render. Proteínas ajudam na recuperação muscular. Gorduras boas são essenciais pra hormônios, pro cérebro, pra saúde em geral. E água, meu amigo… sem hidratação, nem músculo cresce.

Quer resultado no treino? Comece ajustando sua alimentação. E não precisa ser complicado. Arroz, feijão, frango, ovos, legumes, frutas — o básico funciona. Sempre funcionou.

 

Vitaminas e minerais: os bastidores do progresso

Pouca gente fala disso, mas sem micronutrientes o corpo não performa. Cansaço excessivo, queda de cabelo, unhas fracas, sono ruim, falta de foco… tudo isso pode estar ligado a uma simples deficiência de vitaminas ou minerais.

Vitamina D, complexo B, ferro, magnésio, zinco… são nutrientes que você pode até não ver, mas seu corpo sente falta. E se sente mesmo. Se a alimentação não estiver cobrindo essas necessidades, aí sim vale um suplemento. Mas adivinha? Primeiro, você precisa saber o que tá faltando — e não sair tomando qualquer coisa. Um exame de sangue resolve essa dúvida fácil.

 

Creatina: o rei da performance (e do mal entendido)

Criaram um mito em cima da creatina que já passou da conta. “Engorda”, “faz mal pro rim”, “é bomba”… tudo isso é lenda.

A creatina é um dos suplementos mais estudados do mundo. Ajuda na força, no ganho de massa magra, na recuperação e até na função cognitiva. E não, não é esteroide. É uma substância naturalmente produzida pelo nosso corpo e encontrada em carne e peixe (em pequenas quantidades).

Se você treina sério, quer melhorar seu desempenho e ganhar massa muscular, a creatina pode (e deve) ser sua aliada. Mas só se o básico estiver sendo feito.

Ah, e pra funcionar, tem que tomar todo dia. Não é só no dia do treino.

 

Whey protein: praticidade, não milagre

Whey não é poção mágica. É proteína em pó. Útil? Muito. Essencial? Nem sempre.

Serve pra facilitar a vida. Não tem tempo pra preparar uma refeição pós-treino? Um shake de whey resolve. Precisa bater a meta de proteína do dia e não aguenta comer mais frango? Tá aí o whey.

Mas se você acha que tomar whey vai te deixar trincado ou bombado sem esforço… melhor voltar umas casas. Sem treino pesado, sem alimentação certa e sem regularidade, ele não vai fazer nada além de virar um shake gostoso.

 

Em resumo: suplemento ajuda, mas quem faz o resultado é você

O que muda seu corpo não é o pote de suplemento no armário. É a repetição. É acordar cedo e treinar mesmo com preguiça. É resistir ao fast food quando você sabe que tem marmita na mochila. É dormir bem em vez de virar a madrugada no celular.

Treino, alimentação, descanso, hidratação, disciplina. Esse é o combo que transforma corpo e mente.

Suplemento entra como apoio — e só quando o básico tá no lugar.

No fim das contas, o segredo não tá no pote. Tá em você.
No seu comprometimento com o que realmente importa. Porque não existe suplemento melhor do que a constância. E quando você entende isso, os resultados vêm — no espelho, na força, na disposição e, principalmente, na confiança de saber que é você quem tá no controle.

Então, da próxima vez que pensar em suplemento, pensa primeiro: tô me alimentando bem? Tô treinando com vontade? Tô fazendo minha parte?

Se a resposta for sim, manda ver.
Mas lembra: o que transforma seu corpo não é o que você toma. É o que você faz — todos os dias.

“A força que nasce com uma mãe”

07/05/2025 10h00 | Atualizada em 07/05/2025 09h13 | Por: Luiz Otávio

Existe uma força que não se mede com pesos na academia, nem com repetições bem contadas. Ela nasce no instante em que uma mulher descobre que carrega outra vida dentro de si. É nesse momento que o corpo inicia sua transformação mais poderosa — e, com ele, uma nova mente e um novo coração.

O Dia das Mães é sempre um convite à reflexão. Entre flores, homenagens e almoços em família, às vezes esquecemos de olhar para a mulher por trás da mãe. Aquela que, antes de tudo, era filha, jovem, sonhadora… e que agora carrega nos braços ou no ventre um amor que desafia qualquer lógica.

E é aí que o treinamento físico entra com um papel muito maior do que estética ou performance. Para muitas mulheres, especialmente as grávidas ou as que acabaram de dar à luz, treinar não é apenas cuidar do corpo — é reencontrar a própria identidade.

 

Treinar durante a gravidez: coragem em movimento

Gravidez não é doença. É potência. E, com a liberação médica adequada, manter uma rotina de exercícios pode ser um divisor de águas na jornada da gestação. Mais disposição, menos dores, controle do peso, fortalecimento do assoalho pélvico e até mesmo redução do risco de complicações no parto. Mas talvez o maior benefício esteja na mente.

Quando uma gestante escolhe se movimentar, ela está dizendo para o mundo — e para si mesma — que continua no comando. Que mesmo com as mudanças, com os medos e com o cansaço, ela escolhe a ação. Escolhe se preparar, física e emocionalmente, para o maior desafio da sua vida.

O corpo muda. E a cabeça também. Depois da maternidade, muitas mulheres se olham no espelho e não se reconhecem. São olheiras, cicatrizes, seios doloridos, abdômens flácidos… mas também são olhos mais profundos, gestos mais firmes e um coração infinitamente maior.

Treinar nesse período é, muitas vezes, um resgate. Cada gota de suor carrega um pouco da mulher que ela era — e fortalece a mulher que ela está se tornando. E mesmo que o tempo seja curto, mesmo que o bebê chore no meio do treino, mesmo que a balança não desça como antes… cada passo vale a pena.

Porque o treino de uma mãe não é só físico — é um reencontro com a sua própria história.

 

Para todas as mães: o movimento é seu direito.

Ser mãe não significa abrir mão de si. E sim, há culpa. Há dias em que o cansaço parece vencer. Mas também há a possibilidade de ensinar, pelo exemplo, o valor do autocuidado. Porque quando uma mãe se cuida, ela não está sendo egoísta. Está mostrando para seus filhos que amor também se constrói com respeito por si mesma.

Neste Dia das Mães, celebre com carinho. Mas também com ação. Presenteie sua mãe — ou a si mesma, se for o caso — com movimento. Com saúde. Com tempo de qualidade. Mostre que ser forte não é só levantar peso. É continuar de pé, mesmo quando o mundo parece desabar. E se possível, com um par de tênis nos pés e a respiração firme no peito.

Afinal, toda mãe é, por natureza, uma atleta da vida.

 

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Quando a vida não facilita, a gente fica mais forte

29/04/2025 16h30 | Atualizada em 29/04/2025 15h50 | Por: Luiz Otávio

Nem todo obstáculo é visível. Nem toda batalha acontece diante dos olhos dos outros. Eu cresci sabendo que meu corpo carregava uma marca diferente — uma deficiência física que, para muitos, seria sinônimo de limitação. Mas nunca aceitei esse rótulo. Nunca me vi como alguém incapaz. Desde cedo, aprendi que dificuldades não definem ninguém. Elas apenas revelam quem você escolhe ser.

Hoje, sou personal trainer — apaixonado pelo movimento, pela superação, pelo progresso diário. Minha deficiência nunca me impediu de treinar pesado, de buscar evolução, de fazer exatamente aquilo que diziam ser impossível. Treinar o corpo sempre foi, para mim, uma metáfora para treinar a mente: a cada repetição, a cada gota de suor, eu mostrava pra mim mesmo que era maior que qualquer limitação imposta.

Mas essa história não é só minha. Cada pessoa carrega, de algum jeito, as próprias barreiras: físicas, emocionais, mentais. A verdadeira luta é interna — é contra as desculpas, contra a autossabotagem, contra a vontade de desistir. A deficiência mais perigosa é acreditar que não se é capaz.

Todos os dias, a vida me dá duas opções: Aceitar as circunstâncias ou desafiar os limites. Eu escolho desafiar. O maior peso que você vai levantar não é de ferro. É o peso da dúvida, da opinião dos outros, da expectativa que tentam colocar sobre você. E acredite: uma vez que você aprende a carregar esse peso, não existe obstáculo físico que te vença.

Superação não é sorte. Não é dom. É uma escolha diária — silenciosa, suada e, muitas vezes, solitária. Não escrevo isso buscando admiração. Escrevo pra quem precisa ouvir: você não precisa ser perfeito. Você só precisa não desistir. Se você tem um corpo, um coração que bate e um espírito que se recusa a aceitar limites, já tem tudo o que precisa para se superar.

A vida não vai facilitar. E tudo bem. Porque quem é forjado na dificuldade aprende a ser inquebrável. Então da próxima vez que a vida te desafiar, não recue. Levante a cabeça, firme o olhar e mostre do que você é feito. Quando a vida não facilita, a gente não chora. A gente fica mais forte. E ser forte é, no fim, o maior ato de liberdade que existe.

 

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Páscoa passou. E agora? Volta para o treino ou vira chocolate?

23/04/2025 15h40 | Atualizada em 23/04/2025 15h45 | Por: Luiz Otávio

Todo ano é a mesma coisa: chega a Páscoa, o povo some do treino, aparece só na terça-feira com a alma pesando mais que o estômago, e vem com aquele clássico: “Ah, professor… estraguei tudo.”

Calma. Vamos conversar.

Primeiro de tudo: você não estragou nada. A não ser que você tenha jogado seus tênis fora, quebrado o halter no meio e cancelado sua matrícula, nada tá perdido. O que rolou foi um final de semana fora da rotina. Só isso.

A galera tem essa mania estranha de tratar a alimentação como um campo de guerra: ou você tá 100% dentro, ou jogou tudo fora.
Mas saúde de verdade não funciona assim. Corpo não tem botão de “reset” nem “desliga tudo”. Ele entende contexto, repetição, constância.

Você exagerou? Show. Acontece.
Comeu chocolate? Bem-vindo ao clube.
Faltou treino? Quem nunca.
Agora, o que você vai fazer com isso? Vai usar como desculpa pra abandonar tudo ou vai encarar como um deslize pontual?

Porque, vamos ser sinceros: o problema nunca foi a Páscoa.
O problema é usar a Páscoa como justificativa pra entrar no modo “larguei mão”.
É passar a semana inteira comendo o que sobrou do ovo e dizendo que “segunda eu recomeço”.
É achar que precisa pagar pelos excessos com castigo: jejum, shake, detox, treino de duas horas.

Não precisa disso. O corpo não quer punição, quer direção.

Então o plano é simples:
    •    Volta pro treino. Mesmo sem vontade.
    •    Volta pra comida de verdade. Mesmo com o restinho do chocolate no armário.
    •    Volta a dormir direito. Beber água. Cuidar do básico.

Porque é o básico que funciona. Sempre foi. E sempre vai ser.

Agora, se você foi além da conta — meteu o pé, dançou em cima da jaca e ainda trouxe o baldinho de chocolate pro pós-feriado — tá tudo certo também. Só não inventa moda agora.

Não tenta compensar com dieta maluca ou ficar sem comer. Isso só vai deixar seu corpo mais perdido. Você não precisa apagar o que passou, só precisa seguir em frente.

E vamos combinar: um final de semana não tem o poder de destruir meses de esforço. Mas a culpa, a autossabotagem e o “deixa pra depois” têm.

Então bora combinar uma coisa?
Páscoa foi boa, você viveu, curtiu, comeu.
Agora a vida continua.
E o seu corpo — mesmo depois do chocolate — ainda merece cuidado, movimento e atenção.

Sem drama. Sem punição. Só responsabilidade.

Treino não é castigo. É autocuidado. E se sobrou um pedacinho de ovo aí, guarda ele pra um dia qualquer. Porque ser saudável também é poder comer um chocolate no meio da semana… sem culpa nenhuma.

Verdades que doem (mas ninguém conta) sobre treinos e resultados

15/04/2025 17h30 | Atualizada em 15/04/2025 17h01 | Por: Luiz Otávio

Você já deve ter ouvido por aí: “foco, força e fé”. Mas a real é que isso não basta se você não encara a verdade nua e crua sobre o processo de treinar e transformar o corpo. Nesse mundo cheio de atalhos, promessas rápidas e vídeos motivacionais de 30 segundos, tem algumas verdades que quase ninguém tem coragem de contar. Mas elas são o que realmente te separam de resultados reais. E sim, elas doem.

Aqui vão 6 delas — que podem te incomodar agora, mas vão te fortalecer lá na frente.

 

1. Você não vai ver resultado em uma semana

Essa é uma das maiores ilusões: achar que uma semana de treino e alimentação já vão transformar seu corpo.
A verdade é que o corpo responde sim — mas devagar. Os primeiros sinais de mudança podem vir em algumas semanas, mas os resultados sólidos, como definição muscular, perda de gordura ou ganho de força, só aparecem com meses (ou anos) de consistência.

É como plantar uma árvore: você não joga a semente hoje e colhe amanhã. Exige cuidado diário, mesmo quando parece que nada está acontecendo. E quem não entende isso, desiste no meio do caminho. Resultado duradouro não vem de pressa, vem de paciência.

 

2. Treinar só quando está motivado é receita para o fracasso

Motivação é ótima — mas é volátil. Tem dia que você acorda animado, ouvindo playlist de treino, pronto pra conquistar o mundo. E tem dia que tudo o que você quer é ficar deitado, inventar desculpa ou “deixar pra amanhã”.

A diferença entre quem muda o corpo e quem continua só prometendo está aí: disciplina.
Quem treina com disciplina vai mesmo cansado, mesmo sem vontade.
Quem espera a motivação voltar, geralmente fica parado.

Se você quiser evoluir, trate o treino como um compromisso — não como uma opção que depende do seu humor.

 

 

3. Nem todo mundo vai te apoiar

Essa pode doer mais que as outras. Porque a verdade é que, ao mudar seus hábitos, você começa a incomodar quem continua nos antigos.

Vai ter gente que vai rir, que vai dizer “virou marombeiro agora?”, que vai te chamar de exagerado(a), que vai insistir pra você “sair da dieta só hoje”.
E às vezes, vai ser exatamente quem você mais esperava apoio.

Mas aqui vai a real: o seu progresso não precisa da aprovação de ninguém.
Você tá mudando por você. E se isso te afasta de algumas pessoas, talvez elas nunca tenham realmente caminhado com você.

 

 

4. Só treinar não é suficiente

Você pode treinar pesado, se acabar no treino, fazer tudo certo na ficha… mas se fora da academia a coisa tá desandando, os resultados vão travar.

Alimentação, sono, hidratação, estresse — tudo isso pesa.
O corpo precisa de combustível certo e recuperação adequada.
Treinar e comer mal é como tentar dirigir um carro sem gasolina. Treinar e dormir mal é como acelerar com o freio de mão puxado.

Se você quer resultado de verdade, precisa entender que o treino é só uma parte. As outras 23 horas do seu dia importam — muito.

 

5. “Ficar grande” não é fácil – nem pra quem quer

Esse medo ainda segura muita gente, principalmente mulheres:
“Mas se eu pegar peso, vou ficar muito musculosa.”
Não, não vai. Ficar musculoso ou trincada exige anos de treino estruturado, alimentação calculada, foco extremo e — muitas vezes — até genética favorável.

A chance de você “ficar grande demais” treinando 3x por semana é praticamente zero. O que você vai ganhar é mais força, postura, autoestima e saúde. Musculação não masculiniza ninguém. Mas fortalece — no corpo e na mente.

 

 

6. Você nunca vai estar 100% pronto. E tudo bem

Muita gente vive esperando “o momento certo” pra começar:
Quando passar a correria.
Quando eu tiver mais tempo.
Quando eu estiver mais disposto.
Quando tudo estiver perfeito.

Mas a verdade é que esse momento ideal não existe.
A vida vai continuar corrida. O cansaço vai aparecer. Os problemas não vão sumir.

E é justamente por isso que você precisa treinar. Pra lidar com tudo isso com mais energia, clareza e força.
Comece mesmo com tudo bagunçado. Comece cansado. Comece do jeito que der.
O importante é começar — e não parar.

 

 

Pra fechar:

Essas verdades não são fáceis de digerir. E talvez você esteja lendo isso e pensando: “poxa, é mais difícil do que eu pensava.”
É. Mas é possível. E quando você aceita a realidade, para de buscar atalhos e começa a construir resultados de verdade.

Você não precisa ser perfeito. Só precisa ser constante.
Dói no começo. Mas se você não desistir, a dor dá lugar ao orgulho.

Se alguma dessas verdades tocou aí dentro… talvez seja porque você precisava mesmo ouvir.

Bora treinar?

 

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Luiz Otávio

Exercícios físicos

Com anos de experiência transformando vidas, Luiz Otávio é personal trainer e instrutor na Academia AD3. Apaixonado por performance e bem-estar, também se destaca como atleta de natação do Clube 29. Aqui, ele vai compartilhar dicas valiosas para melhorar seus treinos, sua saúde e sua qualidade de vida. Fique ligado!

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