Tá cheio de gente falando de alimentação por aí. Dieta pra cá, jejum pra lá, carbo vilão, gordura mocinha, sem glúten, sem lactose, sem noção.
Mas ninguém te fala isso aqui: comida tem propósito. E se você não sabe o seu, vai continuar comendo errado o resto da vida.
Tem três tipos de pessoa nesse mundo:
1. A que come pra viver.
2. A que come pra render.
3. E a que come pra transformar.
Quer saber a diferença real entre elas?
Então vem comigo. Porque hoje não tem receitinha de salada não. Hoje tem verdade no prato.
1. O saudável: o básico que ninguém faz
Esse é o famoso “só quero ser saudável”.
E tá tudo bem, desde que você pare de se enganar achando que tá comendo bem só porque trocou o refrigerante por suco.
Quem come saudável:
• Come comida de verdade (não é barrinha de cereal que vem da árvore, tá?)
• Tem variedade no prato
• Evita exageros, mas não vive preso numa dieta
É a galera que quer ter energia, dormir melhor, cuidar do corpo sem muita neurose.
Mas também é o grupo que mais se sabota com desculpa do tipo:
“Ah, mas só hoje esse docinho”
“Ah, mas eu como pouco…”
“Ah, mas fruta pode, né?”
Pode, mas não pode se enganar.
Se você não tem um objetivo claro, sua alimentação vai ser sempre meia boca.
2. O que treina: proteína, estratégia e foco
Agora a brincadeira começa a ficar séria.
Porque quem treina precisa comer como quem treina.
Aqui não tem mais espaço pra “comi o que deu” ou “hoje foi correria”.
Quem treina e quer resultado:
• Come proteína em TODA refeição
• Usa o carboidrato como ferramenta, não como vilão
• Come antes e depois do treino, mesmo sem fome
• Entende que alimentação não é dieta, é parte do processo
Quer evoluir? Então você precisa comer de forma coerente com o corpo que quer construir.
Quem treina e come errado, é como quem tenta encher pneu furado: você gira, gira, mas não sai do lugar.
3- O bodybuilder: disciplina além do paladar
Aqui a conversa muda.
Bodybuilder não come por prazer.
Come por objetivo.
Se tem gosto? Às vezes.
Se tem vontade de pizza? Claro.
Se come? Só se estiver na estratégia.
O prato de um bodybuilder é uma equação:
gramas de proteína + carbo na medida + gordura controlada + horário cravado.
Aqui:
• Alimento é medido, pesado, cronometrado
• Tem dia certo até pra refazer o estoque de glicogênio
• E quando tem “refeição livre”, é calculada, pensada e ainda assim, não é farra
Sabe qual a diferença?
Quem vive esse estilo sabe o que é renunciar pra conquistar.
Não é sobre corpo. É sobre caráter.
É sobre acordar cedo, comer sem fome, treinar sem vontade, repetir tudo amanhã — e amar isso.
E aí, onde você tá?
Não precisa ser atleta pra comer bem.
Mas precisa parar de se esconder atrás da frase “tô tentando”.
Ou você tem objetivo ou você tem desculpa.
Você escolhe comer como quem sobrevive ou como quem constrói.
Não é sobre estética, é sobre respeitar o processo.
E se você ainda acha que dá pra alcançar seu melhor corpo sem olhar pra alimentação…
…me desculpa, mas você ainda não entendeu o jogo.
Quer comer melhor? Primeiro decide quem você é nessa história.
Depois, monta o prato de acordo.
Porque no final, ninguém vira o que quer — vira o que come, o que faz e o que repete
Parece que foi ontem que você fez aquela promessa de ano novo: “Esse ano vai! Agora eu vou treinar direitinho, cuidar da alimentação, dormir melhor, perder peso, ganhar músculo, ficar saudável, ter o shape dos sonhos, ser uma nova versão de mim.” E aí… foi?
Porque olha só: a gente piscou e já estamos em julho. A metade do ano chegou sem cerimônia, sem aviso, como quem aparece numa segunda-feira sem café. Mas antes que você ache que perdeu o bonde, respira aí e escuta o que eu tenho pra te dizer: ainda dá tempo.
Sim, ainda faltam 183 dias até o fim do ano. Isso mesmo, CENTO E OITENTA E TRÊS. Sabe o que dá pra fazer em 183 dias? Muita coisa. Dá pra mudar o corpo, a mente, o humor, o sono, o intestino (sim, ele também agradece quando você se mexe), a autoestima, o jeito de se olhar no espelho e até o modo como você encara os problemas do dia a dia.
Mas o que é que você realmente quer?
Essa é a pergunta que eu te lanço agora. O que você procura?
• É o shape trincado pra ir na praia em dezembro sem camisa e sem vergonha?
• É acordar com disposição e parar de depender de café e força de vontade pra sair da cama?
• É melhorar seus exames, baixar o colesterol, controlar o diabetes, regular a pressão?
• É conseguir subir uma escada sem parecer que correu uma maratona?
• Ou é só conseguir se olhar no espelho e curtir o que vê, sem filtros nem críticas?
Não importa o motivo. O que importa é que ele seja forte o suficiente pra te tirar do lugar.
E se ainda não começou?
Tudo bem. Não precisa se martirizar, nem pensar que “já era”. Porque nunca é tarde pra começar. Mas precisa começar. Hoje. Agora. Não espera segunda, não espera o mês virar, nem o próximo ciclo da lua.
O mundo tá girando. O tempo tá passando. E quem quer resultado tem que colocar o corpo pra acompanhar. Afinal, não adianta querer mudança sem atitude.
183 dias = oportunidade
Vamos fazer umas contas rápidas aqui, só pra te provocar:
• Se você treinar 3x por semana, ainda tem 78 treinos até o fim do ano.
• Se treinar 4x por semana, são 104 treinos.
• Com 5 treinos por semana, chegamos a 130 sessões de suadeira.
Agora imagina o que 130 treinos podem fazer com você. Imagina como o seu corpo vai reagir a cada passo, cada repetição, cada gota de suor. O que parece pequeno hoje, vai ser gigante lá na frente.
Porque resultado vem com constância. E constância vem com compromisso. Não precisa fazer tudo de uma vez, não precisa virar atleta do dia pra noite, nem entrar na neurose. Precisa só se comprometer. Um dia de cada vez.
Não tem tempo? Arruma.
Não existe milagre. Existe prioridade. Se você não tem tempo pra cuidar do seu corpo, em algum momento vai precisar arrumar tempo pra cuidar da sua doença. Forte, né? Mas é verdade.
Você merece mais. Mais energia, mais saúde, mais amor-próprio, mais autoestima. Não pelo outro, não por uma foto na rede social, mas por você. Porque viver com qualidade é um baita privilégio — e você pode conquistar isso se começar a se movimentar agora.
Não espere motivação. Ela não vem sempre. Vem a disciplina. E ela é chata no começo, mas poderosa com o tempo. Então começa mesmo sem vontade. Vai com preguiça, vai de cara amarrada, mas vai. Porque depois o corpo agradece, e a mente responde com um baita sorriso no espelho.
Em resumo:
• Já foi metade do ano, mas ainda falta outra metade.
• Dá tempo de correr atrás do que você quer.
• Se você começar hoje, já tá muito à frente de quem vai esperar mais um mês pra isso.
• Escolha um motivo e se agarre nele.
• Cuide de você agora, pra colher os frutos no final do ano.
Porque no final das contas, a pergunta que fica é:
Você quer resultado ou desculpa?
Então levanta. Respira fundo. E bora.
Ainda dá tempo.
Vai com tudo.
Chegou o inverno. E junto com ele, aquela vontade absurda de virar um urso, entrar debaixo das cobertas e hibernar até setembro. Mas antes de você decidir trocar a academia por um chocolate quente e um cobertor, deixa eu te contar umas coisinhas importantes sobre como o frio e as doenças de inverno afetam – e muito – o seu treino.
A primeira coisa que a gente precisa entender é que no frio o corpo tende a gastar mais energia pra manter a temperatura corporal, o que pode ser uma baita vantagem pra quem tá querendo emagrecer. Mas aí vem o problema: junto com o friozinho, chegam também as gripes, resfriados, sinusites, amigdalites, crises alérgicas… e, claro, aquela preguicinha que se disfarça de “vou só dormir mais 10 minutinhos”. E o que tudo isso tem a ver com treino? Tudo!
1. A imunidade no frio
No inverno, o nosso sistema imunológico dá uma leve rateada. O ar fica mais seco, a gente se hidrata menos, fecha as janelas, vive em ambientes fechados, e isso vira um prato cheio pra vírus e bactérias. Se você não cuidar da alimentação, do sono e da higiene (sim, lavar a mão e limpar os aparelhos da academia também!), vai acabar gripado, e aí o treino que já tava difícil, fica impossível.
A dica? Fortaleça o corpo de dentro pra fora. Mantenha uma boa alimentação (não é porque tá frio que você precisa comer como se fosse um lenhador do Alasca), capriche nos vegetais, frutas cítricas, bastante água e, se possível, suplemente com orientação profissional.
2. Aquecimento é lei
Treinar no frio sem aquecer direito é pedir pra se lesionar. Os músculos, tendões e articulações ficam mais rígidos, menos vascularizados. Se você entrar na academia e já quiser sair fazendo agachamento com o dobro do seu peso corporal sem nem dar uma alongadinha, pode se preparar pra uma visita ao ortopedista.
Aquece, criatura! Uns 10 a 15 minutinhos já fazem toda a diferença. Pode ser esteira, bicicleta, polichinelo, ou até uma série leve de ativação com elástico. O importante é avisar pro seu corpo: “acorda, que a gente vai suar!”
3. O treino não pode parar (mas tem que respeitar o corpo)
Se você tá com um resfriado leve, sem febre, sem estar se arrastando igual um zumbi, até dá pra treinar, adaptando a intensidade. Mas se tá com febre, dor no corpo, garganta fechada… amigo(a), vai pra casa, descansa. Treinar doente não te faz guerreiro, te faz teimoso – e teimosia nesse caso pode agravar a infecção, derrubar sua imunidade e te afastar ainda mais da academia.
Treino inteligente é treino com consciência. O corpo fala, e no inverno ele fala mais ainda.
4. Sono de qualidade é pré-treino
No frio, o sono geralmente melhora. Mas pra quem dorme pouco, ou fica virando a madrugada vendo série, já sabe: imunidade vai lá pra baixo. E imunidade baixa = mais chance de adoecer = menos disposição = mais treinos perdidos = resultado indo embora igual calor em julho. Dormir bem é parte do treino. Não negligencia isso.
5. Dica bônus: treinar no inverno dá resultado sim!
Você já percebeu que no frio a gente transpira menos, fica com mais disposição pra treinar pesado e tem menos distrações (tipo praia, cervejinha, churrasquinho, rolê aleatório de verão)? Pois é, aproveita! Muita gente “some” da academia nessa época, então os aparelhos ficam livres, tem menos gente se empurrando no espelho e mais chance de focar em você.
Enquanto a galera tá virando bolinho de chuva em casa, você pode estar construindo o shape do verão. Mas, ó: sem pressa, sem exagero e sempre respeitando os sinais do seu corpo.
Pra fechar o papo:
Inverno não é desculpa pra parar. É oportunidade de mostrar que você treina porque é comprometido(a), e não só porque tá calor ou com evento marcado. Cuide da saúde, se alimente bem, durma direito, aqueça, respeite seu corpo quando ele pedir descanso… e mantenha o foco.
O verão passa rápido, mas os resultados do que você fizer agora duram muito mais. Agora bora treinar, porque coberta nenhuma vai deixar seu bíceps maior.
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Vamos falar a real? Nem todo dia a gente tá com vontade de treinar. Aliás, na maioria das vezes, a vontade é de ficar em casa mesmo, jogado, de boa, comendo qualquer coisa e maratonando série. E tá tudo bem… sentir isso é normal. O que não dá é pra viver comandado pela preguiça.
Muita gente me pergunta: “Luiz, como é que você tem tanta disciplina?”. E eu sempre respondo: não é sobre estar motivado o tempo todo. É sobre fazer mesmo sem vontade. Porque se depender da motivação, a gente não faz nada. A motivação é aquele fogo de palha: vem, esquenta, depois some. A disciplina, essa sim, é o que faz o jogo virar.
Tem dias que eu acordo virado no saci manco, cansado, mal dormido, e ainda assim eu vou. Porque eu entendi que o treino que transforma não é só aquele que a gente faz com gás total — é o que a gente faz mesmo na marra, no cansaço, no “só por hoje”.
A galera romantiza muito o “estar focado”, como se fosse uma energia mística que desce do céu e transforma a pessoa. Mas o foco vem de lembrar o motivo. E aí eu te pergunto: você lembra por que começou? Foi saúde? Foi estética? Superação? Foi por não aguentar mais se olhar no espelho e não se reconhecer? Então volta nesse motivo e se agarra nele. Porque é aí que está a sua força.
Treinar não é só sobre músculo, suor e proteína. É sobre cuidar de você, provar pra você mesmo que é capaz, mesmo quando tudo diz que não. É sobre sair da zona de conforto, tomar as rédeas da sua vida e mostrar que quem manda é você, não a preguiça.
E olha, não precisa ser perfeito. Não é todo dia que você vai render. Às vezes o treino vai ser meia-boca. Às vezes você vai fazer só o básico. Mas vá. Faça o mínimo. Faça o possível. Porque é isso que constrói o resultado: a consistência, e não a intensidade de um dia só.
Eu costumo dizer pros meus alunos: não espere estar com vontade. Vá com preguiça mesmo. Coloque a roupa de treino, dê o primeiro passo, chegue na academia ou aperte o play no treino em casa… o resto vem. E se você escorregar um dia ou outro, tá tudo certo. O importante é voltar no dia seguinte. O fracasso não é faltar um treino. É desistir de si mesmo.
Então, da próxima vez que a preguiça bater forte, lembra: você não precisa estar com vontade. Só precisa estar comprometido com quem você quer se tornar. Bora? Porque o tempo vai passar de qualquer jeito. Que passe vendo você evoluir.
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Se você treina ou já tentou treinar, com certeza já ouviu ou disse uma dessas frases clássicas: “No pain, no gain!”, “Dor é sinal de que o treino foi bom.” ou pior: “A dor faz parte.”
É, meu bem… tem muita gente tratando lesão como se fosse medalha de honra. Mas deixa eu te contar um segredo: treino bom é treino que não te machuca. Treino que causa lesão não é treino pesado — é treino mal feito.
Hoje a conversa é séria, mas pode relaxar que eu não vou bancar o médico chato. Vamos falar das lesões mais comuns nas academias e, claro, como fugir dessas ciladas com classe, saúde e um pouco de consciência corporal.
1. Lesão no ombro – o campeão de audiência
Sabe aquele supino reto, desenvolvimento militar, elevação lateral? Pois é… o ombro sofre demais. O ombro é uma articulação extremamente móvel (e vulnerável). A má execução, excesso de carga ou até postura errada podem causar desde inflamações até rupturas sérias no manguito rotador.
Como evitar:
• Faça aquecimento decente. Rolar o braço duas vezes não é aquecimento, viu?
• Prefira cargas que você consiga controlar.
• Fortaleça a musculatura estabilizadora do ombro com exercícios como face pull e rotação externa.
2. Lombar – o drama do agachamento torto
Se você já fez agachamento parecendo um camarão tentando levantar peso, atenção: sua lombar deve estar gritando. Hérnia de disco, contratura, lombalgia… tudo isso pode vir de má postura e pressa. A pressa de botar 100kg no agachamento sem dominar a técnica dos 40.
Como evitar:
• Aprenda o movimento com um profissional.
• Use espelho (ou alguém de confiança) pra te corrigir.
• Fortaleça seu core! Não é só abdominal bonitinho, é estabilidade.
3. Joelho – o rei do “tá estralando, mas tá indo”
Ah, os joelhos… Eles sofrem com agachamentos mal feitos, leg press com amplitude absurda e avanço feito sem controle. As lesões no joelho podem ir desde uma simples dor patelar até um rompimento de ligamento. E olha, isso não é coisa só de atleta de futebol, não.
Como evitar:
• Cuide do alinhamento dos joelhos no agachamento: joelho no rumo do dedão, sempre.
• Trabalhe mobilidade de tornozelo e quadril.
• Diminua a carga se estiver sacrificando a forma. Ego não ganha campeonato.
4. Punho e cotovelo – os esquecidos que resolvem gritar
Você tá lá, firme no treino, pegando barra, halter, elástico… e de repente, “ih, meu cotovelo tá doendo”. Lesões como tendinite no cotovelo (famoso “cotovelo de tenista”) e dores no punho aparecem principalmente em treinos com muita repetição e pegada mal feita.
Como evitar:
• Varia a pegada nos exercícios.
• Use munhequeira só quando realmente necessário.
• Fortaleça os antebraços. Ninguém dá bola pra eles… até eles resolverem parar tudo.
5. Canela, tornozelo e pé – quem corre, sabe
Se você é do time que corre na esteira, faz saltos, ou mesmo aulas funcionais mais intensas, talvez já tenha sentido dor na canela (canelite) ou alguma torção.
Como evitar:
• Invista em um tênis de verdade, com bom amortecimento.
• Respeite a progressão: sair de 0 pra 10 km correndo é pedir pra dar ruim.
• Alongue e fortaleça a panturrilha. Sim, ela também é sua amiga.
Agora, respira… Se alguma dessas lesões te lembrou algo (ou alguém), não entra em pânico. O corpo é inteligente, mas precisa de cuidado, paciência e técnica. A dica de ouro? Tenha um bom profissional te acompanhando. E não, o cara que malha há cinco anos e te dá dicas entre uma série e outra não conta como professor.
Treinar é sobre construir, não sobre destruir. A dor boa é aquela da musculatura sendo trabalhada — não aquela que te tira do treino por semanas. Então, da próxima vez que ouvir “tá doendo porque tá dando resultado”, responde assim: “Tá doendo porque você tá fazendo errado, amor.”
Agora bora treinar com inteligência, técnica e amor próprio. Porque lesão não é troféu. É alerta.
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Exercícios físicos
Com anos de experiência transformando vidas, Luiz Otávio é personal trainer e instrutor na Academia AD3. Apaixonado por performance e bem-estar, também se destaca como atleta de natação do Clube 29. Aqui, ele vai compartilhar dicas valiosas para melhorar seus treinos, sua saúde e sua qualidade de vida. Fique ligado!