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COLUNISTAS

Carnaval, endorfina e muito sol: a combinação perfeita para o corpo e a mente!

25/02/2025 10h00 | Atualizada em 24/02/2025 23h13 | Por: Luiz Otávio

Ah, o Carnaval! Aquela época do ano em que a gente bota o bloco na rua, dança até as pernas pedirem arrego e, de quebra, ainda pega um solzinho. Mas já parou pra pensar como essa festa toda é, na verdade, um baita treino disfarçado? Pois é, se você curte Carnaval, já está colocando seu corpo pra trabalhar sem nem perceber!

Se você já pulou Carnaval de verdade, sabe que não tem moleza. Dançar por horas seguidas é um cardio de respeito! Estudos mostram que dançar por 1 hora pode queimar até 500 calorias, dependendo da intensidade. E, de brinde, você ainda recebe uma dose generosa de endorfina, o hormônio da felicidade. Ou seja, além de se divertir, você sai mais leve e feliz! 

 

Sol, vitamina D e disposição

Não tem Carnaval sem sol! E isso é ótimo porque o sol é essencial pra produção de vitamina D, que ajuda na saúde dos ossos e dos mússculos. Mas cuidado: excesso de sol sem proteção pode acabar com sua festa. Então, protetor solar é item obrigatório no seu "kit folia"!

 

Hidratação e recuperação muscular

Bloco de rua, trio elétrico, ensaio de escola de samba... Tudo isso exige muito do corpo. Pra não perder o ritmo, hidratação é essencial. Beba água antes, durante e depois da folia. Se rolar aquela cervejinha, intercale com água pra não desidratar. Seu corpo (e sua ressaca) vão agradecer!

 

Carnaval é exercício, mas cuide do seu corpo!

Se você está acostumado a treinar, o Carnaval pode ser um baita complemento pro seu condicionamento. Mas se você passa o ano todo parado e resolve fazer um "intensivão" de quatro dias, seu corpo pode reclamar depois. Alongamento antes e depois da folia ajuda a evitar dores e lesões. E se bater aquele cansaço, respeite seu corpo. Dê um tempo, recarregue e volte pra pista!

 

Resumo da Folia Fit:

- Dançar é um excelente cardio e libera endorfina;
- Tomar sol com moderação garante vitamina D e disposição;
- Hidratação é fundamental pra manter o ritmo;
- Alongamento previne dores e lesões;
- Descansar também faz parte da festa!

No fim das contas, Carnaval e atividade física andam juntos. Então, aproveite a festa, mexa o corpo e divirta-se sem culpa. Afinal, dançar também conta como treino, né? Agora é só escolher sua fantasia e cair na folia!

 

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Constância, academia e a arte de não surtar no meio do caminho

18/02/2025 18h00 | Atualizada em 18/02/2025 16h21 | Por: Luiz Otávio

Se tem uma coisa que todo mundo já ouviu ao entrar na academia é: “constância é a chave”. Mas o que ninguém te conta é que essa chave, às vezes, parece perdida dentro do carro trancado, com o alarme tocando e a paciência no zero.

A verdade é que treinar, comer bem e manter uma rotina saudável parece simples no papel, mas, na prática, é um verdadeiro teste de sanidade. Porque, vamos combinar, nem todo dia dá vontade de levantar peso ou dizer “não” praquela pizza cheia de queijo derretendo. Só que é exatamente aí que entra o diferencial: quem segue em frente mesmo sem vontade, sem motivação e sem frescura, é quem colhe resultado.

Tem dias que você chega na academia pronto pra levantar até o ego, e sai se sentindo um atleta de elite. Em outros, o máximo que você consegue levantar é a dúvida se devia ter saído da cama. E tá tudo bem. O importante é continuar aparecendo.

A constância não significa que você vai estar no seu melhor todos os dias, mas que vai estar presente, independente do humor, cansaço ou vontade de sumir. O corpo não se constrói com motivação momentânea, mas com disciplina repetida.

Um estudo publicado no Journal of Strength and Conditioning Research mostrou que atletas que mantêm uma frequência regular de treino têm um aumento significativo na força e composição corporal em comparação com aqueles que treinam de forma inconsistente. Em resumo: treinar meia boca ainda é melhor do que não treinar.

 

Alimentação: comer bem sem sofrer (tanto)

Dieta não precisa ser sinônimo de sofrimento. A ideia não é viver à base de frango e batata doce (a menos que você realmente goste disso). O que funciona é achar um meio-termo entre o que é saudável e o que é sustentável.

Não adianta fazer uma dieta extremamente restritiva se, no primeiro deslize, você acabar devorando meio mercado. Estudos indicam que dietas flexíveis tendem a gerar mais adesão a longo prazo do que aquelas que proíbem tudo e mais um pouco. Ou seja, dá pra encaixar um doce, um hambúrguer ou até uma refeição livre sem estragar o progresso, desde que a base continue firme.

Além disso, pensar em comida como combustível faz diferença. Um prato de arroz, feijão e carne magra é muito mais nutritivo e satisfatório do que um pacote de biscoito “fit” cheio de promessas, mas sem sustância.

 

A rotina é sua melhor amiga (mesmo parecendo chata às vezes)

A rotina pode parecer repetitiva, mas é ela que constrói o resultado. Acordar cedo, trabalhar, treinar, preparar comida, descansar… Não é um roteiro emocionante de filme de ação, mas é o que faz a diferença no longo prazo.

O problema é que a maioria das pessoas quer resultado pra ontem, só que o corpo funciona no tempo dele. Um estudo publicado no American Journal of Clinical Nutrition mostra que mudanças visíveis na composição corporal levam semanas ou meses, não dias. Então, enquanto a paciência é testada, foca no que pode controlar: consistência nos treinos, escolhas alimentares melhores e uma rotina que faça sentido pra sua realidade.

No final das contas… não tem fórmula mágica, atalho ou pulo do gato. Tem levantar e fazer, mesmo quando não dá vontade. O que diferencia quem consegue daqueles que vivem no ciclo do “segunda-feira eu começo” é simplesmente continuar.

O progresso pode ser lento, mas cada treino, cada refeição bem feita e cada dia de disciplina somam no final. Então, ao invés de ficar esperando a motivação bater na porta, assume o compromisso e vai. Seu futuro vai agradecer.

 

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Calor, ar-condicionado e shape: como sobreviver sem derreter (ou ficar doente)

12/02/2025 10h00 | Atualizada em 12/02/2025 07h05 | Por: Luiz Otávio

O verão chegou e, com ele, aquela sensação de estar dentro de um forno quando estamos na rua e em um congelador assim que entramos em algum lugar com ar-condicionado. Esse entra e sai de temperaturas extremas não é só desconfortável, mas também pode mexer com a saúde, o desempenho nos treinos e até a recuperação muscular.

O corpo humano trabalha o tempo todo para manter uma temperatura estável, e mudanças bruscas fazem com que ele precise gastar mais energia para se adaptar. Isso pode levar a cansaço excessivo, maior risco de desidratação e até quedas na imunidade. Mas calma, dá para lidar com o clima sem prejudicar o treino e a rotina. Vamos entender melhor como tudo isso funciona e o que fazer para não sofrer com essas variações.

 

O corpo fica confuso com as mudanças de temperatura

O verão chegou e, com ele, aquela sensação de estar dentro de um forno quando estamos na rua e em um congelador assim que entramos em algum lugar com ar-condicionado. Esse entra e sai de temperaturas extremas não é só desconfortável, mas também pode mexer com a saúde, o desempenho nos treinos e até a recuperação muscular.

O corpo humano trabalha o tempo todo para manter uma temperatura estável, e mudanças bruscas fazem com que ele precise gastar mais energia para se adaptar. Isso pode levar a cansaço excessivo, maior risco de desidratação e até quedas na imunidade. Mas calma, dá para lidar com o clima sem prejudicar o treino e a rotina. Vamos entender melhor como tudo isso funciona e o que fazer para não sofrer com essas variações.

Nosso organismo tem um sistema de termorregulação que mantém a temperatura corporal equilibrada. Quando estamos no calor, o corpo aumenta a circulação sanguínea e libera suor para resfriar a pele. Já no frio, o oposto acontece: a circulação se contrai para preservar calor e os músculos podem até tremer para gerar calor extra.

De acordo com um estudo publicado no Journal of Applied Physiology, mudanças bruscas de temperatura podem afetar a resposta fisiológica do corpo, interferindo na circulação, na capacidade de resfriamento e até na respiração. Isso explica por que muitas pessoas sentem fadiga mais rápido ao treinar no calor intenso ou ficam com o corpo rígido ao pegar um frio inesperado.

 

Treinar no calor ou no frio? 

As duas situações têm desafios. No calor extremo, o coração trabalha mais para bombear sangue e ajudar na regulação térmica. O suor excessivo causa perda de líquidos e minerais essenciais, o que aumenta o risco de desidratação e queda de rendimento no treino.

Já em ambientes muito frios, a circulação sanguínea diminui, o que pode afetar a mobilidade e a flexibilidade dos músculos. Além disso, o ar seco do ar-condicionado pode ressecar as vias respiratórias, tornando o corpo mais vulnerável a infecções. O ideal é encontrar um equilíbrio, adaptar o treino e cuidar para evitar esses impactos negativos.

 

Como o ar-condicionado afeta o corpo?

Por mais que seja um alívio no calor, o ar-condicionado pode trazer alguns problemas quando usado de forma exagerada.
    1.    Desidratação silenciosa – O ar seco aumenta a evaporação da umidade do corpo, podendo levar à desidratação sem que a pessoa perceba.
    2.    Impacto na circulação – O frio contrai os vasos sanguíneos, o que pode dificultar o fluxo de oxigênio para os músculos, prejudicando a recuperação e o desempenho físico.
    3.    Risco de infecções respiratórias – O ar frio e seco pode ressecar as mucosas do nariz e da garganta, deixando o corpo mais vulnerável a vírus e bactérias.

Para evitar esses problemas, é importante manter a hidratação em dia, fazer um bom aquecimento antes do treino e evitar sair suado direto para um ambiente gelado.

Dicas Para Lidar Com o Calor e o Frio Sem Prejudicar o Treino
    1.    Hidrate-se o dia todo – Não espere sentir sede para beber água. No calor, o corpo perde mais líquidos e, no frio, o ar seco do ar-condicionado também contribui para a desidratação.
    2.    Ajuste a intensidade do treino – No calor intenso, prefira horários mais frescos, como início da manhã ou fim da tarde. Em ambientes frios, faça um bom aquecimento para ativar a circulação antes de pegar pesado.
    3.    Escolha as roupas certas – No calor, use tecidos leves e respiráveis. Se for treinar em um local com ar-condicionado forte, leve uma camada extra para evitar que o corpo esfrie rapidamente.
    4.    Evite mudanças bruscas de temperatura – Sair do treino suado e entrar em um ambiente gelado pode causar resfriados e até afetar o sistema imunológico. Se possível, reduza a temperatura do corpo antes de entrar no ar-condicionado.
    5.    Cuide da alimentação – Alimentos ricos em vitamina C, zinco e antioxidantes ajudam a fortalecer o sistema imunológico, reduzindo o risco de gripes e resfriados causados por choques térmicos.

 

Equilíbrio é a chave

O corpo humano é resistente, mas mudanças bruscas de temperatura podem deixá-lo mais vulnerável. O segredo para manter a saúde e o desempenho no treino mesmo no calor e no frio é simples: manter-se hidratado, adaptar a intensidade dos exercícios, evitar exposição a temperaturas extremas e prestar atenção nos sinais do corpo.

Com essas estratégias, dá para enfrentar o calor sem se desgastar e aproveitar o ar-condicionado sem comprometer a imunidade. Assim, você mantém o ritmo nos treinos e cuida do seu shape sem sofrer com os efeitos do clima.

 

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Não tem idade para começar a treinar – e eu posso provar!

04/02/2025 16h20 | Atualizada em 04/02/2025 16h06 | Por: Luiz Otávio

Quantas vezes você já ouviu alguém dizer: “Agora já passou da minha idade para academia” ou “Se eu tivesse começado antes…”? Pois bem, deixa eu te contar um segredo: nunca é tarde para começar a treinar! Seja aos 20, 40, 60 ou até 80 anos, o exercício físico traz benefícios comprovados.

E não sou eu que estou dizendo – a ciência já bate nessa tecla faz tempo. Na verdade, quanto mais cedo você começa, melhor. Mas, se o tempo passou e você ainda não deu esse passo, a boa notícia é que os benefícios aparecem independente da idade! O corpo se adapta em qualquer fase da vida.

Nosso corpo é uma máquina incrível, e ele nunca para de se adaptar. Claro, a partir dos 30 anos, começamos a perder cerca de 3% a 5% de massa muscular por década se não fizermos exercícios de resistência, como musculação. Isso pode parecer pouco, mas com o tempo leva a perda de força, equilíbrio e mobilidade.

O resultado? Maior risco de quedas, dores nas articulações e até dificuldades em atividades simples do dia a dia, como subir escadas ou carregar sacolas de mercado. Mas aqui vai a parte boa: a atividade física reduz drasticamente esse processo. 

Estudos mostram que pessoas que começam a treinar na terceira idade podem ganhar até 50% mais força em poucos meses de musculação, além de melhorar a postura, a coordenação e a flexibilidade.

 

Exercício não é só sobre estética

Se você pensa que treino é só para quem quer um tanquinho, esqueça isso! O verdadeiro benefício do exercício está na saúde. Pesquisas mostram que:

✅ Redução de até 30% no risco de doenças cardiovasculares com a prática regular de exercícios.
✅ Menos 50% de chance de desenvolver diabetes tipo 2 em quem mantém uma rotina ativa.
✅ Melhora de até 40% na memória e função cognitiva, reduzindo o risco de demência e Alzheimer.
✅ Diminuição de até 60% nos sintomas de depressão e ansiedade.

Ou seja, treinar não é apenas sobre músculos – é sobre viver mais e melhor!

 

Mas e se eu nunca treinei na vida?

Se você nunca entrou numa academia, tudo bem! O importante é começar. O segredo está na paciência e na consistência. Ninguém precisa levantar 100kg no primeiro dia, mas com um treino bem estruturado, os resultados vêm. Caminhada, musculação, pilates, natação… existem várias opções, e sempre há um treino ideal para cada fase da vida.

E não precisa acreditar só em mim. Um estudo publicado no Journal of Strength and Conditioning Research mostrou que pessoas acima dos 60 anos que começaram a treinar conseguiram dobrar sua força em menos de 12 semanas. Isso significa mais autonomia, menos dores e mais qualidade de vida!

 

Histórias que inspiram

Você sabia que o fisiculturista Charles Eugster começou a treinar com 85 anos e ganhou competições na terceira idade? Ou que Ernestine Shepherd começou a malhar aos 56 e se tornou a fisiculturista feminina mais velha do mundo? Essas pessoas provam que idade nunca foi desculpa! Então, se você está esperando um sinal para começar, aqui está ele: comece hoje! Seu futuro vai te agradecer – independente da sua idade.

 

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Janeiro está acabando… E aí, cadê o foco?

28/01/2025 15h30 | Atualizada em 28/01/2025 09h34 | Por: Luiz Otávio

Todo começo de ano é a mesma coisa, né? Promessas a mil: “Agora vai! Vou treinar todo dia, comer direito, mudar de vida!”. A academia no dia 2 de janeiro parece até fila de balada, cheia de gente motivada. Mas aí chega o fim do mês… e cadê todo mundo? O que era “foco total” vira “vou começar segunda-feira”.

E sabe o que é isso? A falta de constância.

Constância é o segredo que ninguém gosta de ouvir, mas que faz TODA a diferença. Não adianta treinar como se não houvesse amanhã durante duas semanas e depois sumir por dois meses. O que realmente funciona é aparecer, dia após dia, fazer o que precisa ser feito, mesmo que não seja perfeito. Porque é na soma dos pequenos esforços que você constrói algo grande.

A gente vive num mundo onde tudo precisa ser rápido: resultado rápido, corpo perfeito rápido, mudança rápida. Mas, spoiler: nada que vale a pena vem de um dia para o outro. E o treinamento físico é a maior prova disso. É um processo. Um tijolinho por vez. Às vezes, o progresso nem aparece no espelho de imediato, mas ele está lá, acontecendo. No seu corpo, na sua saúde, na sua mente.

Treinar não é só sobre “ficar bem na foto”. É sobre ficar bem com você mesmo. É sobre cuidar da sua saúde, ter energia para enfrentar o dia, dormir melhor, melhorar seu humor (porque, convenhamos, ninguém merece um chefe ou parceiro mal-humorado). É sobre evitar dores no futuro, ganhar qualidade de vida, ser mais produtivo e, claro, viver mais e melhor.

Agora, vamos falar da parte que assusta muita gente: disciplina.
“Ah, mas eu não tenho disciplina…” Claro que tem! Disciplina é só o hábito de fazer o que precisa ser feito, mesmo quando você não está afim. Não precisa ser perfeito. Não precisa fazer um treino épico todo dia. Só precisa fazer. É melhor 30 minutos mal e porcamente do que 0 minutos perfeitos.

E não precisa ser chato. A ideia é encontrar algo que você goste. Gosta de dançar? Faz uma aula de dança. Gosta de se sentir forte? Vai para a musculação. Prefere algo mais zen? Experimente yoga. O importante é se movimentar. Porque o corpo foi feito para isso, e ele agradece de todas as formas.

Então, bora fazer um trato? Se janeiro foi meio morno, tudo bem. Ninguém acerta de primeira. Mas que tal transformar fevereiro no mês da virada? Nada de esperar “segunda-feira”. Começa hoje. Ajusta o foco, renova o gás e lembra: ninguém nunca se arrependeu de cuidar de si.

Porque, no fim das contas, saúde, bem-estar e qualidade de vida não são luxos, são necessidades. E você merece isso.

Vambora, o ano está só começando.

Luiz Otávio

Exercícios físicos

Com anos de experiência transformando vidas, Luiz Otávio é personal trainer e instrutor na Academia AD3. Apaixonado por performance e bem-estar, também se destaca como atleta de natação do Clube 29. Aqui, ele vai compartilhar dicas valiosas para melhorar seus treinos, sua saúde e sua qualidade de vida. Fique ligado!

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