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COLUNISTAS

Recomeçar certo é mais importante do que recomeçar forte

09/03/2026 13h00 | Atualizada em 09/03/2026 09h21 | Por: Luiz Otávio

Depois dos primeiros dias de retomada, surge um segundo obstáculo: a pressa.

A pessoa olha o espelho e decide acelerar.

Aumenta volume de treino.
Inclui cardio sem planejamento.
Reduz calorias demais.
Quer recuperar tudo em uma semana.

Mas o corpo não funciona por ansiedade.

Ele funciona por adaptação.

Quando você tenta avançar rápido demais depois de um período de desorganização, cria um cenário clássico:

— queda de rendimento
— dores musculares excessivas
— sono pior
— fome descontrolada
— irritabilidade

Ou seja: o terreno perfeito para mais uma pausa.

Recomeçar bem é estabilizar primeiro.

Organizar horários.
Voltar à progressão normal do treino.
Restabelecer padrões alimentares.
Devolver previsibilidade ao sistema nervoso.

Resultado não nasce de explosão.
Nasce de constância.

Quem tenta “compensar” geralmente para de novo.

Quem respeita a readaptação constrói base.

E base é o que sustenta qualquer transformação física real.

Recomeçar certo é mais importante do que recomeçar forte

09/03/2026 13h00 | Atualizada em 09/03/2026 09h21 | Por: Luiz Otávio

Depois dos primeiros dias de retomada, surge um segundo obstáculo: a pressa.

A pessoa olha o espelho e decide acelerar.

Aumenta volume de treino.
Inclui cardio sem planejamento.
Reduz calorias demais.
Quer recuperar tudo em uma semana.

Mas o corpo não funciona por ansiedade.

Ele funciona por adaptação.

Quando você tenta avançar rápido demais depois de um período de desorganização, cria um cenário clássico:

— queda de rendimento
— dores musculares excessivas
— sono pior
— fome descontrolada
— irritabilidade

Ou seja: o terreno perfeito para mais uma pausa.

Recomeçar bem é estabilizar primeiro.

Organizar horários.
Voltar à progressão normal do treino.
Restabelecer padrões alimentares.
Devolver previsibilidade ao sistema nervoso.

Resultado não nasce de explosão.
Nasce de constância.

Quem tenta “compensar” geralmente para de novo.

Quem respeita a readaptação constrói base.

E base é o que sustenta qualquer transformação física real.

O peso que a gente deixa pra trás e a força que a gente leva pra frente

27/01/2026 12h30 | Atualizada em 27/01/2026 08h52 | Por: Luiz Otávio

Todo processo de treino envolve perdas.
Às vezes de gordura.
Às vezes de limitações.
Às vezes de versões antigas de nós mesmos.

Mas o que realmente importa é o que fica.

Fica a disciplina de acordar cedo.
Fica a capacidade de continuar mesmo cansado.
Fica o entendimento de que desconforto não é sinal de fracasso, mas de crescimento.

O treino ensina algo poderoso:
você não precisa estar confortável para estar no caminho certo.

Cada repetição difícil constrói algo invisível.
Uma força que não aparece no espelho, mas aparece na postura, na fala, na forma de encarar problemas.

No fim, o físico é consequência.
O verdadeiro ganho é interno.

E essa força acompanha você para além da academia.

Treinar muito não é treinar bem: como ajustar intensidade e volume

13/01/2026 12h30 | Atualizada em 13/01/2026 13h28 | Por: Luiz Otávio

Existe uma ideia quase romântica de que treino bom é aquele que te destrói.
Que se você saiu inteiro, não valeu.
Que quanto mais cansado, melhor.

Na prática, isso cobra um preço alto.

Treinar bem é entender que o corpo precisa de estímulo, mas também de recuperação.
Que músculo cresce no descanso.
Que sistema nervoso sobrecarregado trava evolução.

Muita gente não estagna por falta de treino, mas por excesso mal distribuído.
Volume demais, intensidade demais, descanso de menos.

E o corpo dá sinais:
queda de rendimento, dores constantes, falta de vontade de treinar, sono ruim.

Treino eficiente é aquele que você consegue repetir.
Semana após semana.
Mês após mês.

É aquele que respeita seu momento, sua rotina e sua realidade.
Que te desafia, mas não te quebra.

Menos ego.
Mais estratégia.

Quando você aprende a ajustar intensidade e volume, o treino deixa de ser punição e vira ferramenta.
E ferramenta bem usada gera resultado.

Mais que balança: outras formas de enxergar evolução

06/01/2026 12h30 | Atualizada em 06/01/2026 13h13 | Por: Luiz Otávio

A balança sempre foi colocada num pedestal.
Ela dita humor, define se o dia foi bom ou ruim e, muitas vezes, decide se alguém continua ou desiste.

O problema é que ela enxerga muito pouco.

Ela não sabe como você dormiu.
Não sabe se sua postura melhorou.
Não sabe se aquela dor antiga no joelho parou de incomodar.
Ela não mede disciplina, constância ou maturidade emocional.

O corpo humano não responde de forma linear.
Existem semanas em que tudo acontece por dentro, enquanto por fora parece que nada mudou.
E isso confunde quem foi ensinado a olhar apenas números.

Às vezes o peso estaciona porque você ganhou massa muscular.
Às vezes ele sobe porque seu corpo está se adaptando.
Às vezes ele desce rápido demais porque algo não está sustentável.

A evolução real aparece primeiro em sinais sutis:
você executa melhor os movimentos, aguenta mais carga, se sente mais confiante, tem mais disposição no dia a dia.

Quando você aprende a observar esses sinais, o processo muda.
A ansiedade diminui.
A constância aumenta.

A balança pode até continuar existindo.
Mas ela deixa de mandar em você.

E quando isso acontece, o resultado vem — de forma muito mais sólida.

Luiz Otávio

Exercícios físicos

Com anos de experiência transformando vidas, Luiz Otávio é personal trainer e instrutor na Academia AD3. Apaixonado por performance e bem-estar, também se destaca como atleta de natação do Clube 29. Aqui, ele vai compartilhar dicas valiosas para melhorar seus treinos, sua saúde e sua qualidade de vida. Fique ligado!

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