Júnior de Abreu foi preso na última quinta-feira (8), durante a segunda fase da operação Coleta Seletiva, da Polícia Civil.
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou nesta quarta-feira (14) o pedido de liminar em habeas corpus apresentado pela defesa do prefeito de Garopaba, Junior de Abreu Bento (PP), e manteve a prisão preventiva do gestor. Ele foi preso na última quinta-feira (8), durante a segunda fase da operação Coleta Seletiva, da Polícia Civil.
O pedido questiona a legalidade da prisão decretada durante as investigações que apuram supostos crimes de corrupção e irregularidades em contratos públicos no município.
A defesa do prefeito afirmou que a prisão tem caráter provisório e não representa reconhecimento de culpa. Os advogados alegam não haver indícios de interação direta entre o prefeito e o empresário investigado, proprietário da empresa responsável pela coleta de lixo no município.
O empresário e um servidor público que atuava como pregoeiro nos processos licitatórios também foram presos na operação.