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Mesmo com o anúncio de que o preço da gasolina nos postos de combustível do país teve alta de 1,47%, segundo a pesquisa realizada pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), os postos no Estado não devem registrar aumento no preço ao consumidor.
A última edição do levantamento, divulgada esta semana, indicou que o consumidor brasileiro pagou em média R$ 4,86 por litro na semana de 9 a 15 de outubro. O aumento registrado pela ANP foi apresentado após 15 semanas de quedas sucessivas.
Os anúncios da Acelen seguem a tendência das variações no mercado internacional. A cotação do barril de petróleo, que registrou uma forte queda em setembro, voltou a subir neste mês. A alta foi influenciada pela decisão da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) de efetuar um profundo corte na produção.
A Petrobras, no entanto, não anuncia mudanças nos preços praticados em suas refinarias há mais de um mês. A última alteração foi uma redução de 7% anunciada no início de setembro.
De acordo com o presidente do Sindópolis (Sindicato de Comércio Varejista de Combustíveis Minerais de Florianópolis), Vicente Santanna Neto, o aumento foi registrado no anidro, que é utilizado na mistura com a gasolina, e foi em torno de R$ 0,07 (sendo R$ 0,03 na semana passada e mais R$ 0,04% nesta semana), mas que os valores não devem ser repasados nas bombas. “Os preços não devem subir agora, e mesmo que até o fim do ano ocorra algum aumento, ele não deve ser significativo”, avalia.
Em Tubarão, a maioria dos postos também não registrou aumento nos preços da gasolina, que pode ser encontrada em valores entre R$ 4,59 e R$ 4,68 à vista (podendo haver variações em outros postos).
Fonte: Diário do Sul