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De puma a tamanduá: câmeras flagram animais silvestres que vivem em região de SC; FOTOS

Armadilhas fotográficas possuem sensores de movimento e calor e costumam ser usadas para estudo de espécies e levantamento de fauna. Imagens foram feitas em Jaraguá do Sul.

Jaraguá do Sul - SC, 19/10/2023 07h58 | Por: Redação | Fonte: G1
Espécies flagradas por câmera em Jaraguá do Sul — Foto: Fujama/ Divulgação

Uma exposição em Jaraguá do Sul, no Norte de Santa Catarina, leva ao público imagens de animais silvestres flagrados por armadilhas fotográficas, instaladas em pontos estratégicos das matas da cidade.

Os registros, feitos por câmeras da Fundação Jaraguaense de Meio Ambiente (Fujama), incluem quati, tamanduá-mirim, cervo, gato-do-mato pequeno, gato-maracajá, jaguatirica, anta e até uma onça-parda adulta.

Biólogo do órgão, Gilberto Duwe tem um desses aparelhos no quintal de casa. Em setembro de 2022, ele também divulgou um compilado de animais que passaram por lá.

De acordo com ele, as armadilhas fotográficas contêm uma câmera camuflada, associada a sensores de movimento e calor, e costumam ser usadas para estudo de espécies e levantamento de fauna.

Anta flagrada em Jaraguá do Sul — Foto: Fujama/ Divulgação

Ele comenta que os equipamentos são simples de instalar e ajudam a identificar espécies que habitam a região. "São ótimas para conhecer essa bicharada que vive mais durante a noite", comenta.

Puma flagrada em Jaraguá do Sul — Foto: Fujama/ Divulgação

Exposição

A exposição “Conhecendo a Fauna da Região”, da Fujama, que comemora 18 anos de existência, fica aberta até 31 de outubro no Jaraguá Park Shopping.

No local também há 21 animais selvagens taxidermizados (técnica de preservação para coleção científica), além de quatro caixas de insetos e algumas mudas de árvores nativas das matas do município.

Grande parte dos animais resgatados pela Fujama são devolvidos à natureza após avaliação veterinária, segundo o presidente da fundação, Ivo Schmitt, No entanto, há aqueles que já são encontrados mortos ou não que sobrevivem por estarem muito feridos.

“Neste caso, são encaminhados para taxidermia. A ideia é conscientizar à população quanto à necessidade de preservar estes espécimes, importantes para biodiversidade local”, afirmou.

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